sábado, 4 de setembro de 2010

CONTINUA ....

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A partir de agora as atualizações serão disponibilizadas neste endereço.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

15 ANOS DE MINISTÉRIO - É APENAS O INÍCIO!!!



 Em Março completou-se 15 anos de minha ordenação ao Pastorado, e neste mês de abril, precisamente no dia nove, completou-se também 15 anos da  minha primeira viagem missionária, dando inicio a carreira  missionária transcultural que pela Graça de Deus  tive  e tenho o privilégio de viver.
  Louvo a Deus por esta jornada, que  a cada dia com novos desafios, mesmo com as muitas lutas, posso ver  a direção e providência de Deus no conduzir minha vida e manter firme a chama missionária, para a honra e Glória de Cristo Jesus.
   Desde o inicio desta carreira, procuro viver o que o Ap. Paulo expressou em Atos 20:24 —”Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.”
   Esta sempre foi a visão e motivação e procuro fazer o melhor, ainda que tenha consciência de minhas limitações e falhas, mas sei que pela Graça de Deus, sempre tenho sido abençoado e de alguma forma Deus tem usado minha vida e ministério.
   Neste mês (abril/2010) como muitos de vocês já sabiam,  findou-se a minha relação pastoral com  a Igreja Presbiteriana do Brasil no Presbitério de Goiânia. O mesmo aceitou o meu pedido de desligamento do rol de pastores da IPB.
   Tal desligamento se dá entre outros motivos pelo o fato de ter um ministério que não pode ficar restrito aos limites denominacionais, sendo portanto interdenominacional, visando não apenas exclusivamente uma denominação, mas tendo liberdade para servir o Reino de Deus, fazendo discípulos de todas as nações, servindo com o Evangelho Integral. 
  Agradeço a Deus pelo o tempo em que estive ligado a este presbitério, mas agora, obedecendo justamente ao que Deus tem como ministério para minha vida, chegou o momento de ir alem, de avançar com uma perspectiva mais ampla e coerente com a visão e vocação missionária que recebi de Cristo Jesus.
  Continuo Missionário do Pronasce, exercendo os dons e talentos que do Senhor recebi, fazendo discípulos, pastoreando vidas, socorrendo os necessitados, servindo na obra missionária mundial. Apenas não sou mais um pastor exclusivo da IPB. O exercer da vocação missionária, na perspectiva pastoral-diaconal, continua e sempre continuará.
  Quanto a possível relação pastoral com alguma outra igreja/denominação, estou aguardando a direção de Deus  em oração  e vou servindo de acordo com as oportunidades que Ele mesmo me concede, seja onde for. O ministério e vocação que recebi pertencem unicamente ao Senhor da Seara, e seja onde for, o que importa é estar servindo, testemunhando do evangelho da Graça de Deus. Não importa títulos ou posições, mas sim o servir!
  No mais sigo em frente, trabalhando na seara do Senhor, em paz por saber que em minha vida e ministério,  o que prevalece sempre é a vontade de Deus.
   15 anos se passaram, e é apenas o inicio!
   A Cristo toda Glória!
   A Serviço do Reino

Missionário
Pr. Alexandre Tadeu
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   www.pronasce.org.br
 
 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Você é Livre?

Você é livre?

Pode parecer uma pergunta estúpida, sem nexo, pois pode ser que sua resposta instantânea seja – SIM, SOU LIVRE!
Contudo se você for coerente com o que está sendo perguntado e fizer uma reflexão séria e honesta, lamentavelmente você irá encontrar outra resposta a realidade em sua vida e na vida de muitos em sua volta.
Por mais que muitos se dizem livres, são escravos, cativos, de tantas inverdades, vícios, tendências, superstições e crendices. Escravos do tempo, do trabalho, do medo, da culpa, da dor, e o pior, escravos de si mesmos!
Nesta luta muitos buscam na “religião” uma forma de liberdade, libertação, e acabam encontrando uma prisão ainda maior, onde o medo, a culpa, o legalismo, ofuscam, abafam e sufocam a quem deles correm, mas neles se amarram em nome de alguma suposta “pratica religiosa cega e pesada”.
Assim praticas que deveriam falar de vida e liberdade, acabam por serem usadas para aprisionar vidas, fazendo-as totalmente dependentes e fanaticamente escravas de uma suposta pratica “religiosa”, que nada tem a ver com liberdade, com vida, com Deus!
Contudo, a proposta de Cristo Jesus, do Evangelho, foi e é justamente trazer a verdadeira e real liberdade que todo ser humano necessita. Isso é possível não por que Ele veio instituir alguma “religião” superior ou prática supersticiosa, mas unicamente porque Ele e somente Ele é a Verdade que liberta e quem o conhece, que experimenta de um relacionamento vivo e gracioso Dele e com Ele, é inundado com a realidade da consciência livre e da vida plena onde Ele declara: CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ! (João 8:32) E mais ainda, Ele chama para um aliviar, um libertar completo, quando exclama num chamado aos cansados e sobrecarregados pelos fardos da falsidade e legalismo religioso, dizendo: VINDE A MIM, TODOS OS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, E EU  VOS ALIVIAREI! (Mateus 11:28-31).
Paulo, um apóstolo de verdade, diferente do que se vê hoje em dia em muitos que tentam encarnar este “titulo” afirma: FOI PARA LIBERDADE QUE CRISTO VOS LIBERTOU (Gálatas 5:1) e mais ainda, afirma categoricamente: AGORA POIS, JÁ NENHUMA CONDENAÇÃO HÁ PARA OS QUE ESTÃO EM CRISTO JESUS! (Romanos 8:1)
Assim, com base no Evangelho, posso afirmar, PODEMOS SER LIVRES SIM! EM CRISTO E PARA CRISTO!
Quer conhecer e desfrutar desta liberdade?  Ela existe, basta Conhecer a Cristo!
Não to falando de religião, to falando de vida! De verdade! Sim, somente em Cristo isso é possível, e você pode agora mesmo falar com ele, e dele receber esta liberdade preciosa e única! Experimente!
Nele, que nos libertou para todo o sempre
Pr. Alexandre Tadeu
vivermelhorja@gmail.com

Que tempo é esse?

QUE TEMPO É ESSE?


                Estamos no ultimo mês de 2009. Tantas coisas aconteceram e estão acontecendo fizeram deste um ano intenso.
            A agitação nossa de cada dia, com tantas coisas em nossa volta acontecendo, muitas vezes podem de alguma forma influenciar a nossa vida que vai abafando, engolindo nossos sonhos, nossa individualidade diante de tanta atividade que move milhares e milhares de vidas em nossa volta.
            O medo, o pânico, o stress, as crises sejam elas econômicas, sociais, políticas, religiosas, em fim, em qualquer área da vida, estão ai a mover e remover a sociedade neste século tão turbulento.
            Guerras, catástrofes, mortes, violência, epidemias, pandemias, etc...  marcaram 2009.
            Para dramatizar e aprofundar mais ainda esta perspectiva, surge as previsões não boas com respeito a um possível cenário “apocalíptico” com respeito ao vindouro, mas próximo 2012. O mundo vai acabar? Perguntam, e apavorados muitos se escondem ou tentam se esconder atrás de especulações fictícias, místicas, aprofundando ainda mais o sentimento de insegurança, incerteza, e perturbação que marcam a nossa geração.
É comum muitos de nós olharmos para o calendário e nutrirmos um sentimento de finalização de um tempo, expectativa quanto ao que virá em 2010 e por mais crédulos que sejamos, um friozinho vem em nosso ser com relação a tudo o que aconteceu, acontece e poderá acontecer ainda. E em especial o medo assombra muitos por ai com respeito ao agora temido 2012.
Não gostaria de fazer nenhuma previsão, primeiro por que não acredito nestas baboseiras que estão falando por ai. Isto não leva a nada, a não ser a perca de tempo e desperdiço de vida!
Não precisamos prever o futuro, basta sabermos viver o presente, aprendendo com o que aconteceu no passado, mas olhando para o aqui e agora, certos de que aconteça o que acontecer, o futuro pertence a Deus e Ele sempre esteve e estará no controle.
A questão portanto é aproveitarmos o “agora”, o presente, e desfrutarmos da melhor forma possível o tempo que temos, não que ele esteja no fim, mas por que o que nos ensina Jesus é vivermos o dia a dia, tanto é assim, que ele nos ensinou a orar pedindo  o “pão nosso de cada dia dá-nos hoje” – pois o de amanhã, se cremos e confiamos hoje, ele dará.
Não precisamos de um calendário “Maia” para prever nosso destino, nem de cálculos matemáticos, histerismos apocalípticos de fanáticos para determinar o que será nossa vida e como será.
O que precisamos é apenas conhecer e viver aquele que é maior do que tudo isso, e que não é propriedade de religião alguma, mas sim é a VERDADE, é a VIDA, é unicamente CRISTO, pois somente nele e por ele e com ele, saberemos discernir o tempo presente, não cometer as mesmas besteiras do passado e nem tão pouco se desesperar com respeito ao futuro.
Aprendi a viver olhando para Cristo e com Cristo e para Cristo! Pode parecer para você algo insignificante, mas eu prefiro basear minha vida e convicções Nele, que é um fato inegável e real, do que ficar por ai apegado a tanta especulação e desesperança e viver desorientado diante de tanta bagunça que criaram.
Nele  estão todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento diz Paulo ao escrever aos Colossenses (Col. 2.2), e nele, mesmo com toda esta aparente desordem que a humanidade vem atormentando e sendo atormentada, Nele tudo subsiste (Col. 1) e Nele todas as coisas foram reconciliadas e somente nele podemos desfrutar da grandiosa e singular Paz com Deus.
Não estou falando de religião, estou falando de conhecer e viver o autor da vida – JESUS!
Assim, diante da pergunta que atormenta a muitos – QUE TEMPO É ESSE? A resposta encontro em Cristo e convido você a juntos caminhar nesta jornada tendo Nele não apenas as respostas, mas sim o discernimento, a direção, a paz para vivermos o agora, na certeza de que o amanhã será para quem Nele está, eternamente o desfrutar da vida plena e plenamente em paz.
Esta coluna neste site tem como objetivo justamente buscar na perspectiva de uma analise coerente a partir de Jesus, o discernimento para enfrentarmos e vivermos os desafios que nos cercam, sem deixar que fanatismos e nem misticismos pseudos-religiosos ofusquem o que de fato é a verdade, mas unicamente sendo livres, entendermos com os olhos e coração de Cristo, o que significa viver hoje! E viver bem, viver melhor!
Quer fazer parte desta jornada? Não importa a sua concepção ou prática religiosa, importa a sua disposição em aprender e compartilhar, pois ninguém é dono da verdade, mas com a VERDADE que é Cristo, todos nós juntos poderemos aprender a viver melhor.
Diariamente nesta coluna, teremos artigos, comentários, e você poderá participar, enviando seus comentários para o e-mail: vivermelhorja@gmail.com
Que a Paz de Cristo esteja com você!

Alexandre Tadeu

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

MOVIMENTO PELA REGENERAÇÃO DA IGREJA NA HISTÓRIA

Creio no Evangelho de Jesus Cristo, e diante do compromisso total com a verdade, verdade que liberta (João 8), gostaria de compartilhar mais um texto que muito falou ao meu coração. Novamente sito a fonte: www.caiofabio.com  




MOVIMENTO PELA REGENERAÇÃO DA IGREJA NA HISTÓRIA

Nos dias da Reforma Protestante, 95 foram as teses. Hoje a tese é uma só: Se tudo é Graça de Deus, então, não há barganhas a serem nem propostas e nem aceitas, jamais.
Portanto, eis como segue:

1.    Há um só Deus, que se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo; sendo, no entanto, um só Deus; e tal realidade divina pode ser por nós apenas crida, mas jamais entendida. Ora, sem fé é impossível agradar a Deus!
2.    Tudo e todos os que existem foram criados por Deus e para Deus; e Deus ama a todas as Suas criaturas e criações; posto que sendo amor a natureza de Deus, tudo o que Ele criou por amor o criou.
3.    Deus é Amor; portanto, Deus é Graça; visto que somente no Amor há Graça; sendo também esta a razão de Deus haver feito o Sacrifício Eterno pela Sua criação e todas as Suas criaturas, antes mesmo de criar qualquer coisa; posto que o Cordeiro Eterno de Deus, que é também o Filho, entregou-se como Redenção e Remissão de pecados antes que qualquer coisa, ente, criatura ou dimensão tivessem sido criadas.
4.    As transgressões que houve e há na criação, não demandaram de Deus um “improviso”, um remendo; posto que a Graça do amor de Deus revelado aos homens não seja um improviso, mas a consecução do amor que já se dispusera a tudo por amor à criação antes de haver mundo.
5.    Deus é amor, é, portanto, Pessoa; pois não há amor sem pessoalidade. Por isto ao criar seres capazes da pessoalidade, Deus chamava a Sua criação a um vinculo de relacionalidade com Ele, em amor, verdade e graça.
6.    Sendo Deus Eterno e Infinito, e o homem mortal e finito, não há meios de o homem ou qualquer criatura discernirem Quem Deus é a menos que Deus faça revelação de Si mesmo.
7.    Portanto, tudo quanto de Deus possa ser sabido nos vem exclusivamente por revelação; seja a revelação Dele mediante a Natureza das coisas criadas, seja pela iluminação da consciência, seja pelas Escrituras que decorreram da fé de Abraão, seja pela ciência como apreensão da revelação livre que Deus faz de Si mesmo.
8.    A Palavra de Deus, portanto, se manifesta de muitos modos; entretanto, uma só é a Palavra; e toda a sua revelação está manifesta em Jesus, que é o Verbo Eterno, a Palavra antes de qualquer Natureza, Consciência, Ciência ou Escritura; posto que somente em Jesus seja possível discernir Deus em Sua plenitude de revelação aos homens. Afinal, Jesus disse: “Quem me vê a mim, vê o Pai” [...] “Eu e o Pai somos Um”.
9.    Sendo Deus Eterno e totalmente transcendente ao homem, tudo o que Dele nos venha é Graça; e sem Graça, favor divino em todas as coisas, nada pode ser por nós apreendido como bem eterno em razão de nossa incapacidade de discernir o Eterno e Infinito, especialmente quanto a aprender a Sua vontade.
10.                       Além disso, pela mesma razão, somente se pode manter relação com Deus mediante a fé, posto que a fé se abra para todas as coisas, visíveis e invisíveis; e mais: somente a fé não conhece impossível; portanto, somente pela fé se pode manter vinculo com Aquele está para além de toda compreensão.
11.                       Ora, sendo Jesus o Cordeiro Eterno de Deus que se manifestou na História, o fez no mesmo espírito da Graça Eterna, a mesma concedida à criação e às criaturas antes que houvesse mundo. Por isto Jesus não é o Deus dos cristãos, nem de qualquer grupo humano, nem o fundador do Cristianismo, nem o Deus dos crentes que assim se confessem apenas pela filiação a uma agremiação religiosa... Antes pelo contrário, Ele é a verdadeira Luz que vinda ao mundo ilumina a todos os homens; posto que Jesus tenha sido apresentado a nós como pertencendo a uma Ordem Sacerdotal Superior, não religiosa, não humana, e que é descrita como sendo a Ordem de Melquizedeque, na qual todos os seres humanos, sabendo ou não de tamanha Graça a eles disponível em Cristo, nela estão incluídos por uma decisão unilateral do amor de Deus; posto que Deus estivesse em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo.
12.                       Desse modo, tudo quanto concerne ao homem como necessidade, surge de Deus como solução do amor na Graça; a saber: arrependimento, fé, salvação, redenção, perdão, justificação, alegria, santificação e esperança eterna. Assim, não há nada que seja essencial ao homem que seja provisão do homem para o homem; pelo contrário, tudo provém de Deus.
13.                       Por esta razão o povo de Deus é o Povo da Graça; pois, quem quer que esteja em Deus só o está em razão de ter sido incluído gratuitamente em tão grande salvação.
14.                       Além disso, esse Povo de Deus é chamado a tornar-se seguidor de Deus nos passos de Jesus; e, por isto, só é Povo de Deus [e, portanto, Igreja], aquele que se entregar a Deus apenas crendo que no Cordeiro Eterno, Cristo Jesus, Tudo Está Consumado; não restando ao homem nada a fazer a fim de completar o que já estava Feito antes de haver mundo.
15.                       É porque o Evangelho é assim, e porque Jesus assim ensina, e, além disso, por ter sido apenas este o Fundamento Apostólico sobre o qual a revelação da Nova Aliança se deu, é que afirmamos com temor e santo temor que:
15.1.    O que se fez nesses 1700 anos de História Cristã Romana, da qual a própria Reforma Protestante não deixou de ser herdeira, rompendo com muitas coisas, mas não com todas, tornando-se assim, de certa forma, apenas uma Re-forma, mas não uma Revolução de sentidos, conteúdos, e, sobretudo, de simplificação não de formas, mas de espírito — é ainda algo totalmente insatisfatório; posto que seja ainda um reformar, mas não uma ruptura de conteúdos, de dogmas, de doutrinas humanas, de lógicas mundanas, todas elas criadas pelo Pai do Cristianismo e seus auxiliares históricos: o Imperador Constantino.
15.2.       Que o que provocou a Reforma nos dias dos Reformadores do Século XVI, tornou-se algo revivido com ênfases e disfarces de maldade ainda maior entre nós, hoje; posto que agora tudo seja feito com máscaras do “nome de Jesus”, porém, com modos que fazem as vendas de Indulgências que deram pavio ao fogo da Reforma, tornarem-se temas inocentes de presépio infantil.
15.3.         Que as barganhas, as negociatas, as campanhas de exploração da credulidade do povo, o uso perverso da Bíblia, o espírito de troca e comercio, as maldições e ameaças pronunciadas “em nome de Jesus”, os novos apóstolos do dinheiro e da prosperidade, o desenfreado comercio da fé como produto, a utilização de todos as formas de manipulação e engano, as inegáveis manifestações de ações criminosas em nome da fé, o uso político da igreja e do nome de Jesus, e tudo quanto entre nós hoje se define como “igreja” e sua prática histórica, não mais é que um estelionato sem tamanho e medida, e que faz a Igreja Católica do Século XVI uma entidade de bruxos aprendizes daqueles que entre nós hoje são pastores, bispos, apóstolos e candidatos diabólicos à divindade.
15.4.    Que não é mais possível usar termos como “evangélico”, que deveria significar “aquilo que carrega a qualidade do Evangelho”, nem termos como “Igreja”, que deveria apenas ser a assembléia dos crentes no Jesus dos Evangelhos — posto que “evangélico” tenha se tornado aquilo que no Evangelho é descrito como sendo anti-evangélico, e “Igreja” tenha se tornado aquilo que no Evangelho é apenas uma multidão perdida e sem pastor, tamanho é o descaminho dos seus guias e condutores do engano.
15.5.      Que não é mais possível conviver passivamente com tamanho engano blasfemo, sob pena de nos tornarmos indesculpáveis diante de Deus, desta geração, e das que ainda virão.
15.6.    Que hoje se ouve a Voz de Deus, dizendo como fez antes muitas vezes, e no futuro ainda voltará a dizer: “Sai do meio dela, ó povo meu!” Sim, pois “o Senhor conhece os que Lhe pertencem”; e deseja separar Seu Povo do convívio perverso não no “mundo”, mas, sobretudo, no “ambiente chamado ‘igreja’”; posto que, pela anuência silenciosa, estamos corroborando o engano para aqueles que não sabem discernir entre a mão direita e a esquerda.
15.7.    Portanto, convidamos a todo aquele que ainda crê em Jesus segundo a pureza do Evangelho, que assuma hoje, e para sempre, uma total ruptura com tudo aquilo que se disfarça sob o nome de Jesus, mas que nada mais é do que manifestação do engano, até que chegue o Dia quando todo “Senhor, Senhor” que não teve correspondência de obediência ao Evangelho, de Jesus ouvirá o terrível “Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim todos vós que praticais a iniqüidade”.
15.8.    Aqui, sem alarde, com total sinceridade no Evangelho, convidamos você a abraçar a busca da Regeneração; pois, o que a “igreja” precisa a fim de se tornar Igreja, segundo Jesus, é de Regeneração, de conversão, de arrependimento e de iluminação do Evangelho na Graça de Deus.
15.9.    Portanto, não temos barganhas a fazer com tudo aquilo que, mesmo sendo anunciado “em nome de Jesus”, nada tenha de Jesus e do Evangelho; e assim fazemos porque temos certeza de que seremos cobrados por Deus se nos mantivermos alheios, silenciosos, perversamente educados no nosso assistir da mentira na sua prevalência histórica contra a verdade e a simplicidade do Evangelho.
15.10.                     Estas são as teses puras e simples deste momento/tempo de Busca de Regeneração de nós mesmos no Evangelho. Quem diz amém ao Evangelho de Jesus, esse não temerá viver todas as implicações dessa decisão proposta não como Reforma, mas como Regeneração.



Nele, que nos chama a servi-Lo hoje, nesta geração, pois a ela estamos endividados pelo conhecimento da Verdade em Jesus,


Caio Fábio D’Araújo Filho
E quem mais assinar antes ou depois de minha assinatura...
21 de outubro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF